
Espreitando meus sonhos,
Querendo meu corpo tocar!
Eu me curvei à solidão,
Não queria, mas suspirar por ti.
Nem me embriagar-me pelo teu perfume.
E no escuro do infinito...
Não esquecerei jamais do teu sorriso!
Um pranto rolou de minha face,
Um pranto de amor; de desilusão.
Desses meus versos tristes,
Nem vou a busca de outro querer...
Porque a saudade já me fez descrente.
Nos jardins das minhas manhãs,
Onde os espinhos teceram grinalda...
Para coroar meus sonhos.
Quando vi os olhos tristes da noite,
Vi um sorriso de tamanha ironia...
Que eu não saberia explicar,
Mas juro... Por todos os Deuses...
Que um dia deixo de te amar!
Angela Maria 11/04;11
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